Querida Carlinha, Fiquei muito feliz em saber que tu gostaste do meu post sobre esses fofos e maravilhosos. Realmente amo os Downs. Fiz trabalho voluntário (Parceira Voluntária)durante dois anos na UTI neonatal e na maternidade do SUS, na Santa Casa da cidade de Bagé/RS. Trabalhei com aleitamento materno nos quartos e, na UTI, com bebês-cangurus.Bebê e mama, fiz um curso, patrocinado pela UNICEF, para isso. No meio de toda essa prática, observei que, quando nascia um Down, muitas vezes eu podia observar o preconceito correndo solto por parte dos familiares. Alguns médicos, muitas vezes, não tinham coragem de contar a verdade para as mãezinhas, somente para os seus familiares. Também vi mães rejeitando seus filhos com essa síndrome, quando eles tinham de ir para a UTI devido a algum probleminha inicial. Foi aí que eu comecei a me interessar e sentir um amor muito grande por eles. Por minha própria conta, passei a estudar tudo e mais um pouco sobre a realidade dessas fofuras.Montei uma pasta e um álbum, inclusive, até um médico acabou tirando xerox de todo o meu material. Em meio ao aleitamento, intercalei esses conhecimentos para ajudar a esclarecer as mães que ficavam "perdidas" nessa situação. Para mim, eles são iluminados, vieram ao mundo para nos ensinar muito a respeito do amor e da sensibilidade de ser 'humano' nesta vida. Precisam de tanto carinho quanto outro ser qualquer, porém eles são muito especiais. Com um ouvido afinadíssimo para a música,dons maravilhosos para o ritmo, inclusive para a dança.Não sei a idade do seu filhinho, mas sei que eles precisam de alguns detalhes apenas, a mais, para conseguirem viver bem e felizes no futuro, já que apresentam inicialmente hipotonia, são um pouquinho mais lentos para sugar o seio, mas se bem estimulados pelos pais, em termos de movimentos, cores e sons, ficarão, quando maiores, geniais demais. Um grande beijo e obrigada pela divulgação que fizeste do meu blog.
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Querida Carlinha,
Fiquei muito feliz em saber que tu gostaste do meu post sobre esses fofos e maravilhosos. Realmente amo os Downs. Fiz trabalho voluntário (Parceira Voluntária)durante dois anos na UTI neonatal e na maternidade do SUS, na Santa Casa da cidade de Bagé/RS. Trabalhei com aleitamento materno nos quartos e, na UTI, com bebês-cangurus.Bebê e mama, fiz um curso, patrocinado pela UNICEF, para isso. No meio de toda essa prática, observei que, quando nascia um Down, muitas vezes eu podia observar o preconceito correndo solto por parte dos familiares. Alguns médicos, muitas vezes, não tinham coragem de contar a verdade para as mãezinhas, somente para os seus familiares. Também vi mães rejeitando seus filhos com essa síndrome, quando eles tinham de ir para a UTI devido a algum probleminha inicial. Foi aí que eu comecei a me interessar e sentir um amor muito grande por eles. Por minha própria conta, passei a estudar tudo e mais um pouco sobre a realidade dessas fofuras.Montei uma pasta e um álbum, inclusive, até um médico acabou tirando xerox de todo o meu material. Em meio ao aleitamento, intercalei esses conhecimentos para ajudar a esclarecer as mães que ficavam "perdidas" nessa situação. Para mim, eles são iluminados, vieram ao mundo para nos ensinar muito a respeito do amor e da sensibilidade de ser 'humano' nesta vida. Precisam de tanto carinho quanto outro ser qualquer, porém eles são muito especiais. Com um ouvido afinadíssimo para a música,dons maravilhosos para o ritmo, inclusive para a dança.Não sei a idade do seu filhinho, mas sei que eles precisam de alguns detalhes apenas, a mais, para conseguirem viver bem e felizes no futuro, já que apresentam inicialmente hipotonia, são um pouquinho mais lentos para sugar o seio, mas se bem estimulados pelos pais, em termos de movimentos, cores e sons, ficarão, quando maiores, geniais demais. Um grande beijo e obrigada pela divulgação que fizeste do meu blog.
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